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MAZE RUNNER: PROVA DE FOGO

 

 

“Eu sei que a gente consegue”

 

MazeRunner: Prova de Fogo.Sinceramente, gosto da franquia MazeRunner até o momento. O primeiro filme me deixou focado no enredo, tenso em vários momentos, e conseguiu criar personagens, ainda que poucos no labirinto, relacionáveis.

 

Este segundo filme pega de onde o primeiro terminou, com Thomas, Teresa, Newt, Caçarola e mais alguns sendo “resgatados” pelo exército da instalação de labirintos da C.R.U.E.L. (Pior nome possível pra uma companhia maléfica. Sério, a gente entendeu, eles são maus, não precisa ser tão evidente assim) O filme tem suas falhas, claro. Subtramas que não fazem tanto sentido se muito pensadas, alguns deslizes de roteiro, perguntas cujas respostas não vêm, etc. Mas acho que cumpre sua meta, e levando em contas o leque de franquias “teen” que surgiu nos últimos tempos, este filme cumpre o que se prometeu a fazer.

 

A tensão está estabelecida quando descobrem que a instalação que estão também faz parte da C.R.U.E.L. e eles têm de correr pra um refúgio que ouviram falar chamado Braço Direito. Encontrando alguns grupos no meio do caminho, e fugindo dos infectados de uma nova doença Fulgor, os Cranks, que são zumbis, ou zumbis-plantas, mas que correm feito atletas olímpicos.

 

Tensão esta que persiste até o fim do filme, com eles fugindo de um e fugindo de outro, dos seus captores, de traidores, de zumbis, e correndo, e correndo, e correndo... O elenco mirim foi muito bem escalado, com Dylan O’Brien e Thomas Sangster se destacando principalmente em cenas dramáticas, e Ki Hong Lee mostrando que não só corre, também dá porrada. O elenco adulto, que inclui Giancarlo Esposito como o líder de um grupo de sobreviventes chamado Jorge, e  AidanGillen como o captor dos jovens do labirinto.

 

Em especial, duas cenas me encheram os olhos e não queria deixar de citá-las, na tensão e em como foram bem colocadas. A cena da fuga de Thomas e Brenda de Cranks, em que Thomas quebra a janela foi linda. E a cena que chegam no depósito cheio de Cranks também, muito tensa, muito bem feita.

 

Em tensão e em desenvolvimento de história e personagens, a sequência é superior ao primeiro filme. A química entre os atores se mantêm, sendo visível em tela o quanto eles dependem e confiam um no outro. Algumas perguntas são respondidas, enquanto outras novas se estabelecem. E a certeza que transparece de que ninguém ali está seguro. Um filme ótimo em um labirinto de simples blockbusters.

© 2015 por COMBO6 Ltd.                                                                                                                                                              Siga a COMBO6 nas redes sociais

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