

MISSÃO IMPOSSÍVEL
“Sua missão, caso deseje aceitar é...”
Mais uma missão “possível, mas extremamente complicada” chegou. E já é hora de resenhar a respeito.
Na trama, a IMF (Força Missão Impossível) é desmantelada e fundida à CIA, e enquanto isso o agente Ethan Hunt (Tom Cruise) segue sua missão agora clandestina de caçar um novo inimigo, conhecido como “Sindicato”, algo como uma anti-IMF. Juntam-se a ele a misteriosa agente Ilsa (Rebecca Fergurson) e o agora agente de campo Benji (Simon Pegg).
Missão Impossível é uma franquia com poucos deslizes. Primeiro filme bom, segundo tão ruim que prefiro não comentar, terceiro excelente e quarto muito bom. Este quinto filme tinha me gerado expectativa por causa destes últimos, então é justo dizer que não me decepcionei.
Missão Impossível: Nação Secreta tem uma trama excelente, personagens muito carismáticos. E uma ação de qualidade, hoje em dia rara de se ver. Um filme de espionagem como se deve ser. Redondinha, história coesa e um ótimo vilão, não tão bom quanto Phillip Seymour no terceiro filme mas ainda ótimo. Menções honrosas à cena do começo em que Ethan vai ouvir no toca-discos a gravação da IMF e à em que ele mergulha para trocar os hardwares (Sim, eu também prendi a respiração junto). E a cena do teatro também é muito boa.
O destaque do filme sem dúvidas é Simon Pegg na pele de Benji, desde o 3º filme sua participação só vem aumentando, e melhorando, e finalmente ele realizou seu sonho de usar uma máscara (só que não). Em contrapartida, o único defeito do filme é o excesso de subtramas. Faz ele parecer muito mais longo do que realmente é.
Uma ótima diversão para se ver com qualquer um, família, amigos, sozinho. Com um enredo coeso, elenco carismárico, reviravoltas excelentes, apetrechos e cenas de ação (sem dublê, lógico) também tão bons quanto, assistir a este filme sem se divertir é que é a verdadeira missão impossível.